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POLÍTICA

Justiça condena vereadores presos na ‘Operação Dèja-vu’ em Frutal

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Seis dos sete réus foram condenados e respondem em regime aberto. MGTV tentou contato com políticos.

A Justiça condenou seis dos sete vereadores acusados de negociarem compra e venda de apoio político para a eleição da mesa diretora da Câmara de Frutal. De acordo com a sentença divulgada nesta quarta-feira (13), as penas variam de dois anos e quatro meses a dois anos e onze meses para cada vereador condenado em regime aberto. Os réus são:

  • Douglas Souza Chagas (PSOL) – condenado por vantagem indevida e crime continuado e não quis se manifestar sobre o caso para o MGTV.
  • Edison Yamagami (PSOL) – absolvido
  • Ricardo soares da Silva (PTdoB) – condenado por vantagem indevida e crime continuado. O MGTV não conseguiu contato com o réu
  • Ésio Antônio dos Santos (PR) – condenado por corrupção ativa e crime continuado. Não atendeu as ligações da reportagem.
  • Romero Silva Menezes (PRTB) – condenado por vantagem indevida e crime continuado e não atendeu as ligações da reportagem
  • Wesley Antônio Oliveira (PRTB)- fez um acordo de delação premiada e foi condenado por vantagem indevida. Ele não atendeu as ligações da reportagem.
  • Joab de Paula Alves (PSC) – condenado por corrupção ativa e crime continuado. Disse ao MGTV que retornaria as ligações, mas até a publicação desta reportagem não entrou em contato.

Os vereadores foram presos durante Operação ‘Déjà-vu’ em dezembro do ano passado. As investigações foram iniciadas no fim de outubro de 2016 foram em parceria com o Ministério Público e da polícia de Araxá.

Na época a Polícia Civil disse que alguns vereadores estavam repetindo práticas ilícitas de eleições passadas, a fim de comprar e prometer o voto, principalmente para a função de Presidente da Câmara. Desde então o grupo segue afastado do Legislativo em Frutal.

Eles respondiam, inicialmente, pelos crimes de improbidade administrativa, organização criminosa, corrupção passiva e ativa. A promotora da 3ª Promotoria de Justiça da comarca de Frutal, Daniela Campos de Abreu Serra, disse que, na audiência realizada no último dia 26 de julho, foram ouvidos todos os réus e mais de 10 testemunhas de acusação e defesa.

G1 Triangulo

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